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Nível de confiança do empresariado baiano apresenta declínio, aponta levantamento

Sem categoria - 26.03.15

Pontuação do Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (Iceb) aferida em fevereiro último apresentou queda de 65 pontos em relação ao mês anterior. A conclusão é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), responsável pelo cálculo. O índice, que avalia as expectativas das entidades representativas do setor produtivo do Estado, marcou 340 pontos naquele mês, contra 275 pontos de janeiro.

Segundo a SEI, a pontuação registrada indica declínio do nível de confiança do empresariado do Estado, além de trazer à tona um retrocesso generalizado, já que todos os segmentos analisados revelaram revés na confiança.

Apesar da baixa, a expectativa geral do empresariado baiano no referido período, continuou na zona de pessimismo dentro da escala de otimismo – zona frequentada desde outubro último. O registro de 340 pontos representa o menor valor assumido pelo indicador a contar do início do levantamento. Os últimos oito meses confinam os piores registros do ICEB.

O setor de agropecuária registrou em fevereiro 149 pontos, saltando para 183 em relação ao mês anterior, mantendo-se o menos pessimista dos segmentos. A atividade foi a que teve a menor alteração no indicador em fevereiro, permanecendo assim na zona de pessimismo moderado.

Já a indústria marcou 400 pontos em fevereiro, aprofundando, portanto, o nível de pessimismo comparativamente a janeiro, quando ficou em 305 pontos. Mantém-se, entretanto, o mais pessimista dentre os segmentos investigados. Após recuo de 95 pontos, o maior entre os setores, o indicador de confiança da indústria assumiu sua pior marca até então: em fevereiro, teve o pior registro já assumido por um segmento desde o início da sondagem.

Com 335 pontos, o setor de serviços e comércio ficou com a segunda pior marca de sua série histórica. A redução de 56 pontos em relação ao mês antecedente, quando registrou -279 pontos, revelou piora da confiança em fevereiro – mantendo, no entanto, o setor na zona de Pessimismo, região frequentada desde julho de 2014.

A íntegra e os gráficos do levantamento podem ser acessados aqui.