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Planserv informa atraso em pagamento de faturas

Sem categoria - 01.09.15

Em encontro com presidentes da Ahseb e Febase, coordenadora geral informou que aumento de consumo impactou no faturamento do plano de saúde
 
O aumento exagerado de consumo dos serviços causou impactos no faturamento de 2015 do Planserv. Por conta desse desequilíbrio orçamentário, a operadora vai postergar o pagamento de até 15% das faturas dos prestadores que excederem seu faturamento médio de 2015.
 
A medida a ser adotada foi comunicada ontem, segunda, 31, pela coordenadora geral do Planserv, Cristina Cardoso, aos presidentes da Ahseb e da Febase, Ricardo Pereira Costa e Marcelo Britto.  Segundo Cristina Cardoso, o consumo exagerado teria culminado em recorde histórico de pagamentos no mês de julho, alcançando a cifra de mais de R$ 130 milhões, o que teria provocado uma situação de estouro orçamentário de impossível administração sem suplementação orçamentária.
 
Segundo explicou o presidente da Ahseb, Ricardo Pereira Costa, o Planserv encaminhou projeto de Lei à Assembleia Legislativa visando equacionar este desequilíbrio orçamentário, para manter o atendimento de excelência ao servidor público estadual. Além disso, teve de tomar outras providências extraordinárias, a exemplo do represamento de parte das faturas a serem pagas à rede credenciada ainda em setembro de 2015.
 
“Acreditamos que esta notícia não é positiva para o mercado de saúde da Bahia. Sempre confiamos, e tenho certeza que continuaremos a confiar, no Planserv e sua história de sucesso na gestão profissionalizada da Saúde”, disse o presidente da Ahseb acrescentando que tanto a Ahseb quanto a Febase desejam que a Secretaria da Administração e a Secretaria da Fazenda encontrem uma maneira de equalizar os prejuízos à rede credenciada.
 
“O Planserv é um patrimônio da Bahia e dos seus servidores. Sua preservação é desejada e indispensável. Funcionários das instituições e os usuários do plano não podem sair prejudicados. O Planserv tornou-se um dever do Estado da Bahia e um direito dos servidores”, concluiu Ricardo Pereira Costa.





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